top of page
cabeçalho.png

Coleção

VOLUME 1

Capa final.jpg

Este livro é um conjunto de produções intelectuais geradas a partir da 2ª Edição do Encontro Internacional e Multilíngue de Perspectivas Plurais: O Natal Nos Une, que assumiu como homenageada de 2023 a Maestrina Dulce Primo, figura de destaque da música natalina, que nos honrou com sua presença no auditório 100 da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e sob a coordenação de professores e alunos dos programas de pós-graduação em Antropologia e Arqueologia da UFPR, juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e a Universidad Pedagógica Experimental Libertador (UPEL) – Instituto Pedagógico de Caracas (IPC) de Venezuela. 

A consolidação deste livro é uma resposta à importância de respeitar, incluir e refletir sobre as múltiplas identidades e diversidades culturais dos diferentes povos e nações e que se expressa na consciência coletiva e social dos coletivos universitários a partir de programas como o Solidariedade Acadêmica e as bolsas CAPES para estudantes que se deslocam de uma cidade ou estado para outro, bem como a recepção de estudantes e professores internacionais, todos com um pluriverso de sistemas de valores e crenças em torno das datas festivas do Natal. 

VOLUME 2

capa.jpg

Esta coletânea interdisciplinar e multilíngue reúne investigações que examinam as manifestações culturais do Natal em contextos latino-americanos e africanos, destacando suas implicações na construção de identidades, nas dinâmicas sociais e nas disputas simbólicas de ordem política. No campo das expressões musicais, a trajetória de Mariíta Ramírez é apresentada como referência viva da “guayanesidade”, enquanto a música natalina em Caracas evidencia vínculos intergeracionais e espirituais, e a análise de canções populares ilumina dimensões temporais da Natividade. A crítica ao Papai Noel, por sua vez, explicita tensões encobertas pela festividade. Em perspectiva comparada, as práticas culinárias natalinas em Angola são interpretadas como formas de resistência diante das heranças coloniais, ao passo que, no Haiti, as celebrações da temporada revelam-se atravessadas pela instabilidade política e pela resiliência, seja por meio de rituais que promovem bem-estar comunitário, seja pela simbologia das cores festivas, associadas à esperança e à alegria coletiva. Outros estudos abordam a influência de antigas divindades femininas na construção da celebração cristã, a hallaca venezuelana como impulsora de união familiar e patrimônio cultural, bem como a gastronomia natalina da Venezuela como conexão e solidariedade comunitária. Complementam o livro criações poéticas que tensionam criticamente o consumo e evocam a dimensão íntima do espírito natalino. No conjunto, os textos aqui reunidos revelam uma importante equidade protagonizada por uma maioria de mulheres autoras, assim como por pesquisadores negros e indígenas, que compartilham como diferentes tradições e linguagens — musicais, gastronômicas, rituais e literárias — articulam memória e pertencimento, reafirmando o Natal como campo plural de resistência, solidariedade e renovação.

bottom of page